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O CARTEIRO DA SAUDADE

A memória dos tempos passados é feita de objectos que a perpetuam. Aqui, cada peça conta uma história. E existe a possibilidade de ambas passarem a fazer parte da sua vida. Não falamos de antiguidades, falamos de peças com história. Desfrutem!

O CARTEIRO DA SAUDADE

A memória dos tempos passados é feita de objectos que a perpetuam. Aqui, cada peça conta uma história. E existe a possibilidade de ambas passarem a fazer parte da sua vida. Não falamos de antiguidades, falamos de peças com história. Desfrutem!

Antero de Quental: o Poeta Rebelde

Mãe — que adormente este viver dorido,
E me vele esta noite de tal frio,
E com as mãos piedosas ate o fio
Do meu pobre existir, meio partido...

 

(Soneto «Mãe...», Antero de Quental)

 

 

 

Antero de Quental (1842-1891) nasceu e morreu na cidade de Ponta Delgada. Viveu 49 anos; preferiu não completar meio século de existência, pondo fim à sua vida, num banco de jardim, na sua cidade natal. Sofria de um distúrbio bipolar; mais uma vítima de uma longa depressão.

 

Filho de um combatente liberal, durante a sua vida, Antero dedicou-se à poesia, à filosofia e à política. Aos 16 anos abandonou os Açores e foi para Coimbra, onde estudou Direito. Depressa se apaixonou pelas ideias socialistas, havendo sido um dos fundadores do Partido Socialista Português. Em 1861 publicou os seus primeiros sonetos, seguindo-se muitos outros, constituindo das mais belas composições da língua portuguesa.

 

Em 1991, o INCM decidiu homenagear o grande poeta português com a emissão de uma moeda de 100 escudos em cupro-niquel. 

 

 

 

 

 

 

 

 

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